Qualidade de feijão-caupi crioulo do Alto Juruá armazenado em embalagem a vácuo

Autores

  • GUIOMAR SOUSA Instituto Federal do Acre image/svg+xml
  • Emanuele Elisa Hernandes Instituto Federal do Acre image/svg+xml
  • Sana Souza Damasceno
  • Eduardo Pacca Luna Mattar
  • Amauri Siviero

Palavras-chave:

Vigna unguiculata, feijões tradicionais, Absorção de água, Amazônia.

Resumo

O feijão-caupi (Vigna unguiculata), segundo feijão mais cultivado no país, é uma leguminosa comumente produzida na região Norte e Nordeste do Brasil, com alto valor nutritivo e baixo custo de produção. Embalagens a vácuo são alternativa viável para diminuição da atividade enzimática e consequente manutenção da qualidade de produtos. Nesse aspecto o objetivo deste estudo foi avaliar a manutenção da qualidade por meio da determinação da composição centesimal, curva de hidratação e quantificação de insetos-praga em variedades de feijão-caupi crioulos do Alto Juruá, embalados à vácuo e embalagem tradicional armazenados por seis meses. Foram utilizadas amostras de feijão-caupi safra 2019, variedades Manteiguinha Branco, Manteiguinha Roxo e Quarentão, procedentes do município de Marechal Thaumaturgo. As variedades foram selecionadas, fracionadas em pacotes de 250 g sob vácuo (EV) e de forma tradicional (ET), apenas fechada por selagem simples. Para a avaliação da qualidade foram realizadas análises de composição centesimal e curva de hidratação no tempo zero e aos 06 meses de armazenamento. Diante dos resultados conclui-se O tratamento à vácuo é eficiente para manter por mais tempo a maioria dos atributos de qualidade das variedades de feijão-caupi estudados. Quarentão é a variedade que obtêm maior velocidade na absorção de agua. As maiores diferenças nos percentuais de água absorvidos estão nas primeiras quatro horas de imersão, e maior percentual de absorção acontece até doze horas de imersão para as variedades estudadas.

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Publicado

26-11-2021

Como Citar

SOUSA, G. et al. Qualidade de feijão-caupi crioulo do Alto Juruá armazenado em embalagem a vácuo. Revista Conexão na Amazônia, v. 2, n. edição especial, p. 21–39, 26 nov.2021.